Passo a passo da quadrilha
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Como praticar esportes em escolas sem quadra
Muito se fala sobre a ausência de quadras e ginásios de esporte. Segundo dados do Censo Escolar divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), apenas 31% das unidades de Ensino Fundamental têm esses equipamentos. E mais: uma parcela considerável delas sofre com más condições de conservação, o piso rachado ou falta material, como tabelas, redes e gols.
Essa realidade, no entanto, não pode ser um impeditivo para aulas produtivas. Conforme consta nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), "mesmo que não se tenha uma quadra convencional, é possível adaptar espaços para o trabalho em Educação Física". Como fazer isso? O primeiro ponto é entender que, na escola, o esporte não deve ter como objetivo formar atletas olímpicos ou grandes talentos do futebol, do basquete e outros. Ele precisa ser pensado como parte de um trabalho amplo, capaz de levar os alunos a participar de atividades corporais variadas, a reconhecer e respeitar suas características físicas, assim como as dos colegas, e conhecer as diversas manifestações culturais brasileiras.
Sendo assim, não é imprescindível contar com uma quadra oficial para que a turma tenha a chance de desenvolver as habilidades esperadas. Adaptar as regras de uma modalidade esportiva de acordo com os espaços disponíveis e criar um jogo em que os conteúdos sejam trabalhados é uma boa maneira de driblar as limitações e garantir um ensino de qualidade. O pátio interno, o jardim, um campo gramado e até mesmo os arredores da escola podem ser aproveitados.
Cabe ao professor pensar em alternativas: estender cordas entre árvores para que as crianças organizem uma partida de voleibol em pequenos grupos, pendurar pneus e aros nas árvores para funcionarem como alvos em jogos de arremesso e basquete, utilizar os desníveis de terreno e os materiais disponíveis como partes de circuitos de corrida com obstáculos são algumas sugestões apresentadas nos PCNs. Além delas, outras tantas possibilidades podem ser criadas.
O professor que observa as práticas que já fazem parte da realidade dos alunos e tenta trazê-las para o ambiente escolar também costumam ter bons resultados. Se os meninos jogam gol a gol (quando um bate o pênalti e o outro defende) ou se a turma gosta de praticar vôlei em duplas, por que não aproveitar essas atividades como base para o planejamento? O importante é ter claro o que se quer ensinar e, com base nisso, pensar na maneira como deve adaptar os recursos físicos da escola.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Jogos, brinquedos e brincadeiras de rua
Sequência Didática
E.M. Prof. Helvécio Dahe
Prof.ª: Sâmia de S. Silva
Tema: Jogos, brinquedos e brincadeiras | ||||||||
Recorte temático: Jogos, brinquedos e brincadeiras de rua | Tipologia de Conteúdo | |||||||
Disciplina EDUCAÇÃO FISICA | Ênfase Jogos e brincadeiras | Conceituais *Caracterização da variedade de jogos e como os mesmos podem promover a integração e a boa convivência em grupo; *Construção da lateralidade, percepções (espaço-temporal, sonora e visual), coordenação motora (grossa e fina), equilíbrio, ritmo e agilidade. | Procedimentais *Experimentar a movimentação do corpo com a exploração da lateralidade, percepções (espaço-temporal, sonora e visual), coordenação motora (grossa e fina), equilíbrio, ritmo e agilidade. | Atitudinais *Respeito e compreensão da diversidade cultural em sua convivência grupal; *Apreciação da cultura de sociedades diferentes. | ||||
Descritores D4, D5 E D7 | ||||||||
Objetivos: . Resgatar jogos e brincadeiras de ruas esquecidos na atualidade; · Experimentar jogos e brincadeiras de ruas; · Brincar com diferentes objetos; Vivenciar o movimento explorando a lateralidade, percepção, coordenação motora, equilíbrio, ritmo e agilidade. | ||||||||
Anos dos ciclos: CPA | Tempo estimado: 1 Mês e 15 Dias | Nº de aulas: 10 a 12 aulas | Dias da semana: 3º feira e 5º feira | Material necessário: Garrafa pet, durex colorido, tesoura, birosca, corda, bola, elástico e pipa. | ||||
Desenvolvimento: 1º ETAPA: Em circulo, por meio de um bate papo com os alunos, discutir sobre jogos, brinquedos e brincadeiras de rua, com intuito de incentivar tais atividades. 2º ETAPA: Em seguida pedir aos alunos que tragam de casa os materiais necessários para a confecção dos brinquedos. (garrafa pet). 3º ETAPA: Construir os brinquedos (bilboquê e acerte o alvo) com os materiais recicláveis (garrafa pet). 4º ETAPA: Vivenciar os jogos e brincadeiras de rua com os brinquedos recicláveis, junto com corda, bola, birosca, elástico e pipa. Sendo que tais brinquedos estavam organizados por estações, onde os alunos tinham livre acesso para escolher o que mais se identificavam. | ||||||||
Avaliação: Volte seu olhar para os aspectos relacionados como a movimentação do corpo, exploração da lateralidade, percepção, coordenação motora, equilíbrio, ritmo, agilidade a inclusão de todos os alunos na vivência das atividades e também com a experimentação de todas as funções existentes dentro das brincadeiras propostas. | ||||||||
(Bilboquê)
(Construção dos brinquedos)
(Brinquedos)
(Elástico)
(Birosca / Bola de gude)
(Pula corda)
(Pipa)
(Turma do CPA)
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